09 novembro 2007

Os arranjos de Natal

Esta é uma tradição recente (8/10 anos), fiz um uma vez por brincadeira e agora não passo sem eles.
Começaram por ser básicos, quase sem piada, para passarem a ser o centro das atenções, lado a lado com a árvore.
Há uns anos era difícil encontrar pinheiro para os arranjos, eu costumava comprar um que infelizmente durava pouco tempo, mas agora prefiro dar um pouco mais de dinheiro e o resultado é que se os quisesse ter, ficavam meses sempre impecáveis, aliás a minha sogra tem o dela de um ano para o outro.
Para além do pinheiro, uso esponja de molhados, redes e panos de outros arranjos, papel metalizado, flores artificiais, secas, por vezes bolas de Natal, anjos, pássaros feitos em papel metalizado, pombas feitas em esferovite e com penas verdadeiras, vides (também utilizadas para as coroas de Natal), por vezes também uso velas, a decisão sobre o que usar, vai de cada um, o importante é a imaginação.
Prefiro ser eu a faze-los, porque tenho que confessar, acho um abuso o dinheiro que pedem por um arranjo, com três ou quatro pernadas de pinheiro, duas velas fininhas e duas bolas de Natal.
Aqueles mais elaborados e que eu realmente gosto são brutalmente dispendiosos.
Então faço-os eu, tenho é que estar sozinha, ou melhor, apenas acompanhada de uma tremenda confusão à minha volta. Então estou nas minhas “sete quintas”.
Faço pelo menos cinco arranjos, quando os termino fico super feliz. Adoro o cheiro, o brilho e a magia que eles dão à casa.
Para além dos que faço lá para casa, faço sempre um para a minha sogra e por vezes para a minha vizinha e ás vezes para a minha cunhada.
Não me sinto confortável a fazer outros arranjos, mas estes inspiram-me verdadeiramente.

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